lundi 8 octobre 2007

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espelhos (ou das miragens) seria arrasada pelo vento e desterrada da memória dos homens no momento em que Aureliano Babilonia acabasse de decifrar os pergaminhos, e que tudo o que neles estava escrito era irrepetível desde sempre e para sempre, porque as estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a Terra.
Cem Anos de Solidão
Gabriel García Márquez

Está para a prosa como Pablo Neruda, Eugénio de Andrade e David Mourão-Ferreira estão para a poesia.

Quem me dera ser tão profícua. Uns são outros não.

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